CONTROLE DAS DESPESAS
O Rubinho tinha das boas:
Quando foi transferido para o Departamento de Tratamento de Minérios, pretendeu reduzir as despesas
Foi cortando aqui e ali e por fim, achando que o pessoal, talvez uns 40 a 50 funcionários, estava a gastar muito papel higiénico, fez ele próprio um teste durante algum tempo, obtendo assim o seu consumo médio diário. Multiplicou o valor obtido pelo número de utilizadores dessa comodidade e daí em diante o pessoal que tivesse cuidado com os intestinos…
Não me recordo se a coisa durou muito tempo, mas acho que não.
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TROTE
Um belo dia houve uma reunião dos chefões relacionados com a Mineração, no gabinete da Gerência. Entre outros, estavam o Dr.Osvaldo, Director no Rio de Janeiro, pessoa muito sisuda e respeitada, o Zé Paulo, que me parece, já era Gerente da Companhia no Amapá, o sub-gerente Márcio Kruger e outros.
A certa altura telefonaram-me com voz autoritária, perguntando se o Rubinho estava. Respondi que não. Então, se ele aparecer por aí, diga-lhe para ir imediatamente ao gabinete da Gerência, que querem falar com ele, disseram-me.
Passado um instante apareceu o Robinho a quem comuniquei a ordem.
Ele correu para a Gerência onde estavam em reunião e sentou-se.
Toda a gente ficou espantada olhando para ele e perguntaram-lhe o que queria. Só então percebeu que era partida e disse _" foi aquele filho da puta do Manolo"…e saiu. Todos entenderam porque já tinham pregado partidas do género.
Eu tinha desconfiado da voz e quando o Robinho se dirigiu à Gerência, abri a porta do escritório e vi um grupinho a espreitar, junto ao escritório da Geologia lá estavam o Manolo, o Maranhão, e mais outros do mesmo quilate. Tudo gente fina
V, B.Murta
Loulé, Portugal, Nov.2007
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