Embora eu tenha ficado pouco tempo no Amapá, de fevereiro a setembro de 1970 (já se vão 38anos), quando fiz um estágio com o Newton Pontes Alves, algumas histórias eu tenho para contar.
Uma delas aconteceu à beira da piscina da vila de Santana: Após chamar carinhosamente de "gatinha" uma das meninas que estavam lá, notei que todas elas começaram a rir. Ao perguntar porque estavam rindo, uma delas me respondeu, meio sem graça, que gatinha no Amapá (pelo menos naquela época) era sinônimo de puta.
Ainda bem que nenhum pai estava por perto.
Gilson Brandão Cheble
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