Conto agora a do Maranhão:
No casamento do Jorginho, que casou com a Vilenice sobrinha da Irce do Adílio Mansur Árabe, em Serra do Navio, o Maranhão estava tonto e forçou o seu filho o Felipe a comer uma hóstia. Só fiquei sabendo depois do fato acontecido e nesta época eu era o Subgerente de SNV, e diversas pessoas em SNV acharam um absurdo o que ele fez. Disse para todos, deixa comigo que ele vai ver. Mandei reservar um apartamento no CCH para o Dom Luís, bispo de Macapá e avisei ao Maranhão que o Bispo estava vindo a SNV para falar com ele. O Bispo chegaria às 21:20 horas no trem M-5. O Sr Florisberto colocou frutas, biscoitos e refrigerante no quarto para o Bispo. No dia seguinte, lá pelas 09:30 horas, chamei o Maranhão e falei que o Bispo já estava aguardando no CCH a sua presença, e não poderia deixar uma autoridade esperando. O Maranhão perguntou o que ele quer comigo? Disse que iria tratar do assunto da hóstia do casamento do Jorginho, e quando o Bispo desloca da sede para tratar de um assunto como o acontecido, possivelmente o excomungaria. Maranhão na mesma hora disse pode excomungar que não sou católico mesmo. Falei com Maranhão para pedir perdão pelo feito. Fui levar o mesmo para o CCH, fui bem devagar para ele refletir. Começou a suar frio e perguntou o que falo com ele, disse para ele pedir perdão ou pedir para ser excomungado logo. Ao chegar no CCH fui ao apto 12, que era reservado a Diretoria e Autoridades, já sabia que o bispo não estava. Batemos na porta e nada, falei com o Maranhão que ele devia estar passeando em torno do CCH. Nesta altura do campeonato a camisa do Maranhão já estava encharcada de suor e estava pálido. Rodamos em torno do CCH bem devagar e o mesmo tremia que nem vara verde. Depois de um certo tempo, após ele sofrer muito, falei com ele que não havia bispo nenhum e que ele estava pálido e suando e quase sujando as calças com medo de ser excomungado. Passado uns tempos o Felipe adoeceu e foi fazer uma cirurgia em São Paulo, ficou engessado alguns meses, quando ele retirou o gesso falei com o Maranhão, lembra da hóstia? Houve outro caso que lembrei ao Maranhão o da hóstia. Passado algum tempo o Maranhão que não era católico, levou os seus meninos para batizar. Muitos anos depois, contei ao Dom Luís este caso e ele achou muita graça e disse que eu fiz muito bem em passar este aperto no mesmo.Qualquer hora contaremos outro caso o do Pedro Soriano com a camisola em Manaus.
Abçs
Rubinho
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